O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastar o juiz federal Orlan Donato Rocha de suas funções, após denúncias de assédio sexual feitas por pelo menos seis pessoas. A decisão foi tomada durante uma sessão plenária do CNJ na última terça-feira (26).
As denúncias contra Orlan Donato incluem:
Comportamentos inapropriados: As vítimas relatam que o juiz fazia comentários constrangedores sobre sua aparência e vida pessoal, além de fazer piadas de cunho sexual.
Contato físico indesejado: Em alguns casos, as vítimas alegam que o juiz as tocou de forma inadequada, sem o seu consentimento.
Ambiente de trabalho hostil: As denúncias apontam para um ambiente de trabalho hostil e constrangedor, onde as vítimas se sentiam intimidadas e humilhadas.
O afastamento de Orlan Donato é uma medida cautelar, enquanto o caso é investigado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). A defesa do juiz nega as acusações e afirma que ele já foi alvo de outras denúncias falsas no passado.
O caso de Orlan Donato levanta importantes questões sobre o assédio sexual no ambiente de trabalho e a necessidade de medidas para proteger as vítimas. É importante lembrar que o assédio sexual é um crime e que as vítimas têm direito a denunciar e buscar justiça.
Serviço:
CNJ: (61) 3217-3000
Ouvidoria do CNJ: 0800-282-2656
Tribunal Regional Federal da 5ª Região: (81) 3235-2000